ATAQUE AO PIX
09-08-2025
O Prêmio Nobel de Economia, Paul Krugman, o mais jovem
laureado, aos 51 anos, visto que a maioria deles tinha idade avançada, em torno
de 80 anos, o qual também é professor da Universidade de Nova York, tendo sido
colunista do New York Times por 25 anos, ainda escreve na revista local, declarou
que a invenção do PIX está substituindo rapidamente a moeda no Brasil e se for instituído
para outros países, a moeda global será virtual e não mais manual. Espera-se
que o Brasil cobre por esta invenção, tal como os Estados Unidos e outros
países cobram por suas patentes. A propósito, o País não fez o seu registro
internacional. Ele não é protegido como patente em um sistema de pagamentos.
Alguns países estão estudando colocá-lo. O PIX já está sendo usado na Argentina,
pelo Mercado Pago, pela fintech (junção de financial e technology, em inglês) PagBrasil,
na Argentina, Uruguai, EUA (ocais selecionados) Chile e locais selecionados nos
EUA. Pela Latam tem sido usado no Panamá, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai,
Venezuela e Equador. Na Europa tem parceria com a fintech Wipay. Nos EUA tem
parceria também com a fintech Solução Verifone.
Os bancos, nacionais e globais, perderam receitas, mediante o
PIX já que há imenso uso dele, que não tem taxação ou comissão na maioria das
transações. Por exemplo, agora mesmo, os bancos Itaú/Unibanco e Santander
tiveram taxa de lucro acima de 17% no semestre, cerca de R$21 bilhões. E querem
mais. Alegando que o PIX retirou deles receitas. Os bancos internacionais são
até mais agressivos.
Assim, em 15 de julho o Escritório do Representante Comercial
dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) anunciou uma abertura de uma
investigação contra o Brasil, a pedido da Casa Branca. Conforme o referido
escritório, os motivos de apuração são as “práticas injustas” e um dos alvos é
o meio de pagamento automático de pagamentos PIX, desenvolvido pelo Banco
Central do Brasil.
Existe uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), tramitando
no Congresso Nacional, acerca da independência do Banco Central. Diante da
ofensiva também de Donald Trump, o relator da PEC citada, o senador Plínio
Valério (PSDB-AM) procura blindar o PIX, mas parece que não instituirá cobrança
de taxas do referido meio de pagamento já consagrado.
Em suma, parece que os negócios “marginais” são aqueles eu mis
aprovam o PIX. Veja-se o caso da ofensiva em identificar seus usuários, para
depois taxar do governo brasileiro, que teve que recuar recentemente.
A propósito, conforme o site 247, divulgado na internet: “O
presidente dos Estados Unidos Donald Trump determinou que o Pentágono prepare
opções para o uso de força militar contra cartéis de drogas na América Latina,
conforme revelou nesta quinta feira (8). A medida marca uma escalada
preocupante na militarização da chamada guerra de drogas’ é levanta alerta
sobre o possível uso político dessas ações para desestabilizar governos
considerados adversários de Washington”.
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