GRANDE NEGÓCIO ENTRE EUA E CHINA
17-08-2025
Muito embora a grande imprensa se refira ao fracasso das
negociações no Alaska, há dois dias, entre EUA e Rússia, outros segmentos jornalísticos
se referem a que poderia ter sido feito um acordo de tornar as regiões ocupadas
na Ucrânia como um novo país e a guerra acabar. Por seu turno, notícias da
Folha de hoje se reportam a que está breve um acordo comercial entre EUA e China,
até novembro, dentro do prazo de 90 dias aventado por eles, quando haveria harmonização
dos negócios.
A Folha de hoje assim se pronuncia, de que se “Incluiria a
compra de produtos agropecuários dos EUA, concorrendo com produtos brasileiros.
É um temor do agro nacional desde a eleição de Trump. Em seu primeiro mandato (Trump)
fechou um acordo com Xi para ampliar a venda de soja.
Refere-se ainda a Folha, que o pesquisador chinês, Zichen
Wang, a recente declaração do líder da China, em defesa da ‘autossuficiência do
Sul Global’, em conversa com o presidente Lula, não indica afastamento dos EUA.
Os países fora do Sul Global são os mais ricos do mundo, mercados consumidores
muito grandes”. O pesquisador estava
fazendo um curso de pós-graduação na Universidade de Princeton, quando falou.
Não é de se descartar que, no futuro não tão longe, EUA e
Rússia também façam um acordo comercial e poderão ser prejudicados os negócios externos
brasileiros. Portanto, o País deveria sentar-se em mesas de negociações e não se
referir a que o País “é soberano” e não aceita imposições, as quais, muitas
delas são posições imperiais dos EUA, pela lei do mais forte, visando
negociações. Enquanto isto, os EUA estão remetendo fuzileiros navais para a
região da América Central, próximo da Venezuela, por enquanto, no intuito de
ser combatido os cartéis de drogas na América do Sul, que vendem drogas dentro
dos EUA. Ademais, como é sabido, há um prêmio pela cabeça do presidente venezuelano,
denominado por Maduro, que não saí do seu bunker na Venezuela, porque poderá
ser preso.
O site Euronews (Português) noticia hoje que “UE e EUA mais
perto de finalizar texto de acordo comercial, enquanto Washington envia sugestões”.
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