MAIORES E MENORES ESTADOS EM INFORMALIDADE
18-08-2025
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do
segundo trimestre de 2025, divulgada pelo IBGE, apresenta, pelo menos os três Estados
com maiores e menores participações na população economicamente ativa. As três maiores
relações referidas estão com o Maranhão, 56,2%; Pará, 55,9% e Bahia, 52,3%. Por
seu turno, as três menores relações de informalidade estão com as Unidades
Federativas de Santa Catarina, 24,7%; Distrito Federal, 28,4%; e, São Paulo,
29,2%.
No trimestre em referência, a taxa de informalidade dos que
se declararam brancos foram de 32,3%; que se declararam pretos, 39,8% e pardos,
42,7%. No que se refere ao sexo, para os
homens a informalidade foi maior e se situou em 39,3%. Para as mulheres, a
relação de informalidade foi de 36,0%.
Na passagem do primeiro para o segundo trimestre, a taxa de
desemprego caiu em todas as unidades da Federação, conforme a citada pesquisa.
Porém, em 9 unidades federativas a queda não foi significativa
estatisticamente. Já para 18 delas foi.
A taxa de desocupação, que é a mesma do desemprego, caiu de 7,0%,
no primeiro trimestre, para 5,8%, no segundo trimestre. O Estado de São Paulo
teve a maior queda entre os trimestres referidos caiu de 66,3% para 5,1%.
Nas três unidades federativas nas quais maiores foram as taxas
de desemprego, em primeiro lugar, veio Pernambuco, com 10,4%; em segundo, Bahia,
9,1% e, em terceiro, Distrito Federal, 8,7%. Já para as três unidades
federativas que tiveram as menores taxas de desemprego, em primeiro lugar, encontrou-se
Santa Catarina, com 2,2%; em segundo, Rondônia, 2,3% e, em terceiro, Mato
Grosso, 2,8%.
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