ROBÔS HUMANÓIDES
23-09-2025
Através da rápida evolução da Inteligência Artificial (IA) e
nos componentes mais sofisticados de automação, inicialmente, nas linhas de
produção industrial, há uma proliferação de criação de robôs, para executar
tarefas domésticas e comerciais. Os robôs diferenciados tem sido chamados de
humanóides, já que substituem os humanos em muitas tarefas, em lares e
empresas, através de plataformas de robótica, em tarefas de limpeza, na logística
com transportes e até em cuidados de saúde. Inúmeras empresas, não somente
norte-americanas, mas chinesas, japonesas, dentre outras, estão no
desenvolvimento dos robôs.
As máquinas são testadas e aprimoradas em laboratórios,
mediante avanços significativos de velocidade, de autonomia, de segurança, de
agilidade e de capacidade de interação, para ambientes domésticos e em
atividades empresariais.
No mundo ocorre uma importante virada nas estratégias de
automação. Diferente dos modelos de sistemas tradicionais, os robôs da espécie
são projetados para aprender e se adaptar ao uso de algoritmos de aprendizado
de máquinas e redes neurais. Eles conseguem lidar com situações dinâmicas e
demandas específicas, reduzindo a necessidade de programação manual.
As projeções das empresas de elevada tecnologia é de que, em
quatro anos, milhares dessas máquinas estejam em uso, modificando radicalmente
as relações com tecnologia e com os seres humanos.
O neurocientista brasileiro, Miguel Nicolelis, tem sido muito
crítico com respeito a Inteligência Artificial (IA). Para ele, a IA não é
realmente “inteligente”, nem “artificial”. A inteligência é uma propriedade dos
organismos vivos. Miguel critica a dependência crescente de sistemas digitais
para funções cognitivas humanas, lembrando que a delegação se constitui em um
risco. Miguel se refere a que a IA reúne rapidamente o conhecimento encontrado
na internet do passado, projetando o futuro. O paulistano desde 1990 vem
estudando uma maneira de criar uma conexão entre o cérebro humano e as máquinas
para ajudar na reabilitação de pacientes com dificuldades motoras.
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