TEORIA DA GRANDE SUBSTITUIÇÃO

 

13-10-2025

Quem viaja pela Europa observa que os salários variam muito entre os países de lá. Assim, encontram-se muitos portugueses, italianos e espanhóis, que são vistos trabalhando em outros países, principalmente, pelos maiores salários, que são praticados, por exemplo, na Suíça.  Devido a forte migração de países que fazem limites na Europa, na parte inferior do mapa europeu.

O escritor francês Renaud Camus, por volta de 2010, criou a “teoria da grande substituição”, em francês, Theorie du grand remplacement, que é uma conspiração política e racial que, sem base nos fatos, ele afirma que haveria um plano deliberado por substituir as populações brancas e cristãs da Europa por imigrantes não brancos e mulçumanos, vindos da África e do Oriente Médio. Essa teoria foi desmontada com dados demográficos reais, por vários cientistas sociais.   

Referida teoria tem uso político, sendo uma retórica da extrema direita, contrária a imigração. Ela tem sido usada para justificar a xenofobia e o racismo, espalhar o medo da imigração e até inspirar atos violentos, tais como os atentados em Vhristchurch, na Nova Zelândia, e em El Paso, nos EUA, cujos autores citaram essa teoria.  

Outrora, na Alemanha, de Hitler, consta que mais de 6 milhões de judeus foram exterminados, em campos de concentração. Dessa fora, encontram-se pelo mundo, os principais museus do holocausto, a saber: em Jerusalém, Yad, Vashem, Israel; United State Holocaust Memorial Museum, em Washington, EUA; Memorial do Holocausto, em Berlim, Alemanha; Museu do Holocausto em Curitiba, Brasil; Meseu Polin, Varsóvia, Polônia; Auschwitz Birkenau Memorial and Museum, em Varsóvia, na Polônia; Museu do Holocausto, em Pris, França; Museu do Holocausto de Buenos Aires, Argentina. Porém, era o anti-semitismo ou a busca pelo extermínio dos judeus.  

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