ESTOQUE DE CRÉDITO
26-12-2025
O Banco Central informou que o estoque do crédito no Brasil é
de R$7 trilhões, mediante posição em novembro. Conforme os tomadores, as pessoas físicas receberam
R$4,4 trilhões e as pessoas jurídicas R$2,6 trilhões. Segundo os recursos para
o crédito livre totalizaram R$4 trilhões, direcionados para a antecipação de cartão
de crédito, descontos de duplicatas e capital de giro. Conforme o crédito
direcionado, somou-se R$3 trilhões. Em 12 meses, as concessões de crédito
cresceram 8,9%, com altas de 9,8% para s empresas e de 8,3% para as famílias.
As taxas de juros das novas operações de crédito ficaram em
31,9% ao ano. Alta de 3,5% em doze meses. Para as empresas as taxas médias
ficaram em 20,6 ao ano, enquanto para as famílias chegaram a 37,0% ao ano. O
spread bancário chegou a 20,9% anuais.
No crédito livre a taxa media de juros foi de 46,7% ao ano.
Para as empresas a taxa média ficou em 24,5% anuais. Para as famílias ela
alcançou 59,4% ao ano.
Como a taxa básica de referência é a SELIC, de 15% ao ano, os
bancos e financeiras colocam seus spreads e lucram como poucas atividades
econômicas. Eles que são intermediários financeiros e não produzem diretamente bens
e serviços produtivos.
No Brasil, em geral, os bancos e financeiras são os melhores
negócios. As empresas reclamam muito das taxas de juros aqui praticadas. As famílias nem tanto, visto que a maioria delas precisa de educação financeira.
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