ACORDO DE LIVRE COMÉRCIO
11-01-2026
Repete-se aqui que o objetivo da lauda é levantar um debate
entre alunos, no qual quem mais aprende é o professor, sobre a economia. Por
isso, está aqui desde 01-01-2007. Em particular, economia brasileira, sobre a
qual, principalmente, de forma teórica e analítica publicou livro e quer seguir
em frente. Hoje, sobre comércio internacional. Em teoria, visto com o professor
Victor Gradin, a “caixa de Edgeworth”, o jogo de possibilidades.
Há mais de 25 anos que o governo brasileiro tem se empenhado
em realizar o acordo do Mercosul com a União Europeia, obstaculizado por
segmentos de lá ineficientes. Em economia, na noção que se tem é de que os
produtores do agronegócio do Brasil, especialmente, e da Argentina, têm vantagens
comparativas, relativas e absolutas, no comércio internacional. Dai, os
agricultores europeus o que tem feito é “espernear”. Acontece que com o
protecionismo de Donald Trump, a melhor saída é ir ao livre comércio e o Brasil
se empenha cada vez mais em fazer negócios principalmente com a União Europeia.
Mercado alvo de 750 milhões. Quantos poderão ser acertados?
A esse respeito, o
site RFI: “Milhares de agricultores reuniram-se neste sábado (10), em Athlone,
centro da Irlanda, para protestar contra o acordo de livre comércio entre a
União Europeia e o Mercosul. O tratado foi aprovado pelo Conselho Europeu nesta
sexta (09), apesar de um grupo de países do bloco”. Os maiores protestos têm
vindo de outros países, entre os quais se denota o parceiro francês. Aliás,
aquele que sufocou e ainda sufoca vários países africanos. Quer dizer, quando poderá
doer no “bolso deles”, eles, civilizadamente ou não, protestam e até tem
inviabilizado o livre comércio referido.
Muitos economistas ganharam o Prêmio Nobel de Economia, no
qual uma resenha, advinda dos escritos daqui, está publicada no Amazon. É
interessante ver aqueles que são partidários da Teoria dos Jogos. A corrente se
encantou com o filme “Uma Mente Brilhante”, que retrata John Nash, puramente
matemático, ganhador de um Nobel.
A matemática economia (como dizia o professor Gentil e muitos
outros próceres) ou a economia matemática como querem os econometristas. Indo
lá.
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