ESTADOS E MUNICÍPIOS VÃO PAGAR ROMBO
10-01-2026
Faz-se aqui um artigo diário de uma lauda da conjuntura
econômica. Na verdade, procura-se à luz da teoria econômica ver alguma questão
para debate em sala de aula.
Que país é esse? Frase atribuída ao glorioso presidente da
França, Charles De Gaulle (general, herói de guerra), gerente de 1959 a 1969,
que fez a famosa frase: “o Brasil não é um país sério”, sem considerar aqui as
circunstâncias da época, e nem de agora, mais um caso de malandragem vem à tona
(também de outro banco, não é que eles têm a febre do dinheiro? O banco master
(em minúscula mesmo) consegue ser pior do que os escândalos do “mensalão”, “petrolão”,
“descontão” (do golpe nos beneficiados do INSS), porque envolve explicitamente
o mais alto escalão do judiciário, antes só executivo e legislativo eram mais referidos.
Agora se fala que os estados e os municípios irão pagar as fraudes do banco
master, por pura ganância deles, o que é punitivo e deveria ser exemplar. Por
que os fundos de pensão dos servidores têm que ser coniventes?
A CNN Brasil veio com este título: “Estados e municípios
(porque municípios vem em minúsculas?) vão arcar com rombo do Master (absurdo
vir de maiúsculas) com fundos de previdência”? Ora, continua a subserviência,
mesmo na elevada imprensa.
A rigor: “O Ministério da Previdência Social concluiu que estados
(escreveu em minúsculas) e municípios serão os responsáveis para cobrir os
rombos em fundos de previdência caso tenham prejuízo em investimentos feitos em
títulos vendidos pelo Banco Master (iniciais em caixa alta). Governos estaduais
e municipais investiram cerca de R$1,86 bilhão nos fundos da instituição
financeira que foi liquidada pelo Banco Central”. Que vagabunda tem sido a
direção do citado ministério!
Em resumo, mais uma “caixa preta” e os otários um dia ainda
reconhecerão.
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