INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL EM TERRAS RARAS

 

18-01-2026


Os assuntos econômicos de ponta estão sempre sendo objeto de análise aqui e são bons de serem ampliados com análise econômica. Hoje mesmo a notícia é da CNN Brasil, de que uma empresa canadense irá usar Inteligência Artificial em mineração de terras raras. A rápida análise econômica é de que que isto irá elevar a produtividade total do negócio, tanto no que concerne à produtividade do capital e a produtividade do trabalho. A produtividade é o incremento na produção e da renda, em termos relativos. Ou seja, a mineradora Aclara Resources, que tem um projeto no Brasil, fez acordo de pesquisa com equipe dos Estados Unidos, para aplicar Inteligência Artificial em processo de separação de terras pesadas raras.    

Em linha com os referidos assuntos a rede CNN informa que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) se pronunciou sobre o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, de que as importações para lá irão representar 36% do total, enquanto hoje são 8%. Faz-se aqui uma parada para dizer que isso é um exagero (36%), perante a esperança de futuro crescimento assim tão rápido e vultoso.

A CNI informou ontem que mais de cinco mil itens poderão constar da pauta de exportações, tendo imposto de importações zerado, assim que o acordo entrar em vigor, de forma imediata. Falou-se que seria no segundo semestre ou no prazo mais cedo possível. Por seu turno, o Brasil terá prazos mais longos para reduzir tarifas entre 10 a 15 anos, de 44% de produtos importados. A estimativa da CNI é de que a média será de oito anos. Como negociação teria sido bom demais.

O acordo em referência foi assinado neste sábado, dia 17, depois de 26 anos de negociações e pouco ainda se conhece da sua divulgação. Claro que a abertura terá impacto positivo e adicional no PIB.  Segundo Ricardo Alban, presidente da CNI, a decisão é o fato mais importante para a indústria brasileira em muitas décadas. São suas palavras: “Ele garante acesso imediato ao mercado europeu, assegura tempo de adaptação para a indústria nacional e reposiciona o Brasil em um contexto de diversificação de parceiros, criando também um incentivo para avançar na agenda de competitividade estrutural”.  

 

 

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