O QUE DIZEM OS DIRIGENTES
07-01-2026
O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, declarou que
não será rápido o incremento da produção venezuelana, devido às necessidades de
investimentos. Por sua vez, a produção atual e futura será gerida pelos EUA.
Portanto, está aí uma oportunidade para o País, que poderá ampliar a sua participação
no mercado exportador petrolífero, visto que a produção esperada de 2026,
poderá passar de 4 milhões de barris-dia para 5 milhões, o que pode ser um
substituto de parte do fornecimento que iria para a China.
O dirigente maior dos EUA, Donald Trump, que em operação de
agilidade invadiu a Venezuela e prendeu o dirigente maior de lá. Nicolas
Maduro, e esposa, levando-os para serem julgados em Nova York por diferentes
crimes, ligados ao narcotráfico e sem restaurar a democracia, segundo eles. Os
EUA estão colocando recursos venezuelanos sob seu controle temporário, com
planos de administrar o país e explorar seu petróleo durante um período de “transição
segura”. Há informações de que a Venezuela poderá exportar US$2 bilhões de
petróleo para os EUA com carga que antes era dirigida para a China. Em sua
plataforma digital Truth Social, informou ontem que as autoridades interinas daquele
país entregarão entre 30 a 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade,
sujeitos às sanções, e que os lucros que receberão serão controlados. Antes já
tinha informado que a situação naquele país estava sobre controle dos EUA.
Disse ele que: “Este petróleo será vendido a preços de mercado, e esse dinheiro
será controlado por mim, como presidente dos Estados Unidos da América, para
garantir que será usado em benefício do povo da Venezuela e dos Estados Unidos”.
A Venezuela tem milhões de barris de petróleo carregados em navios petroleiros
e em tanques de armazenamento ainda sem serem remetidos a algum comprador, isto
porque os EUA impuseram bloqueios a essas remessas desde dezembro. Ora, se
produz hoje cerca de um milhão de barris, a situação lá ficou crítica, haja
vista que as receitas daquele governo têm no petróleo 95% dos seus ingressos. As
sanções norte-americanas às empresas petrolíferas advêm desde 2020 e o principal
comprador da referida commodity venezuelana tem sido a China.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Fernandez, por seu
turno, empossada no dia 5, passado, declarou que não está havendo ingerência norte-americana.
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