TABULEIRO DE XADREZ DA VENEZUELA
09-01-2026
Após os EUA terem feito uma operação militar na Venezuela,
destituindo o presidente Nicolas Maduro, levando ele e a esposa para Nova York,
visando ser julgados por crimes a favor do narcotráfico e de não exercer a
democracia na América Latina, o poder remanescente empossou a vice-presidente,
Delcy Fernandez como presidente interina, sem querer exigir que a Prêmio Nobel
da Paz ou o presidente eleito, fraudado por Maduro e exilado na Espanha, que
assumam definitivamente a presidência Venezuela, agora os EUA avaliam a
possibilidade de reconhecerem a vice, a Fernandez citada.
Por sua vez, a presidente interina da Venezuela, a citada
Delcy Fernandez, está sendo avaliada pelos EUA, para continuar no mandato,
mesmo depois de ser reconhecido que foram mortos na operação citada cerca de
100 venezuelanos, ademais aqueles dos barcos implodidos. Ela afirmou, no dia
07, passado, que os EUA “manchou” as relações entre os dois países, mas, que,
apesar do ocorrido, existe a necessidade de preservar vínculos econômicos,
especialmente no setor energético. Referiu-se, especificamente, aos negócios
feitos pela estatal PDVSA de vender petróleo bruto àquele país. O que existe,
afinal, da referida dominação? Há, sem dúvida, interesses velados nas relações
de vários níveis entre ambos os países.
No conjunto da América Latina, Donald Trump tem se referido à
intervenção no Panamá e na Colômbia, além do Peru, evitando que a China reedite
as chamadas rotas da seda. Ou, aquelas novas, que integrem principalmente o
cone Sul.
A imprensa internacional se refere a que a Rússia e a China
têm muito a perder no referido confronto e o grande vencedor já são os Estados
Unidos.
Por seu turno, o governo brasileiro tem se referido a que as
perdas que vem obtendo com o tarifaço de Donald Trump de 2025 e, em vigor,
estão sendo mais do que compensados com as aberturas de novos mercados dos
produtos nacionais. A conferir.
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