TENSÕES NO ORIENTE MÉDIO E NA AMÉRICA LATINA

 

27-01-2026


As tensões no Oriente Médio e na América Latina fizeram os contratos futuros do petróleo se elevarem. O efeito foi limitado nos preços pelo avanço da cotação do dólar, que se recupera de fortes quedas nos últimos dias. O dólar desvalorizado barateia as exportações e encarecem as importações de lá. O fato é que continuam sem solução a guerra da Rússia coma Ucrânia e sem ainda uma solução para a faixa de Gaza. Os EUA declararam, através do presidente Trump, que está enviando para o Irã uma grande frota com militares treinados, maior do que aquele que enviou para Venezuela. Com respeito ao Iraque, ele declarou se for eleito um presidente não alinhado aos EUA, que ele irá interromper a ajuda econômica que tem feito.

Voltando à América Latina, Trump ameaçou tomar uma atitude contra Cuba. Por seu turno, o Secretário Estado, Marco Rúbio, declarou que se a presidente interina da Venezuela não cooperar que os EUA poderão também retirá-la da presidente de forma semelhante com o que fez com Nicolás Maduro e esposa.

O barril de petróleo do WTI, para março, subiu de preço na New York Mercantil Exchange, fechando a US$63.21. Há poucos dias estava abaixo de US$60.00. Já o do tipo Brent, para abril, negociado na bolsa de Londres, a US$67.37 o barril. Estava a poucos dias por volta de US$61.00. A produção do WTI não se elevou. A oferta do Oriente Média se manteve estável. A produção da Venezuela está se reorganizando e irá demorar.

Por seu turno, o Federal Reserve poderá não elevar os juros básicos da economia, conforme sinalizações do mercado financeiro, na reunião que já começou. No Brasil, a repercussão maior do Banco Central é com as projeções de inflação, que estão se reduzindo lentamente. Mas, na reunião que começou hoje, reflete o mercado financeiro, de que na reunião de agora será mantida a taxa básica e juros em 15%, somente poderá haver um recuo na reunião de março.

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