A ILHA NÃO IRÁ SOBREVIVER
02-02-2026
Desde 1959 que houve a revolução cubana. Ou seja, uma guerra
civil na qual saíram vitoriosos os políticos socialistas, irmanados com a então
União Soviética (URSS), no auge da chamada “guerra fria” entre os dois grupos
de países de ideologias opostas. A URSS, então, colocou mísseis apontando para
os EUA e, este reforçou o grupo de países, militarmente, que fazem parte da
OTAN, apontando armas para a União Soviética. Em Cuba se destituiu o ditador
Fulgêncio Batista, trocando por outro ditador, Fidel Castro. Desde aquela época
que os EUA fizeram um boicote econômico à Cuba e manteve lá uma prisão de
prisioneiros americanos e, quiçá, uma base militar, entre as 800 bases militares
que têm pelo mundo. Cuba resistiu e se manteve paupérrima até os dias de hoje.
A URSS, atual Rússia, apoiou Cuba com quase tudo. Mas, em 1990 começou a
reduzir a ajuda e a deixou, definitivamente, em 1991, quando foi extinta a
URSS. Cuba continuou resistindo. Milhares de cubanos fugiram da ilha e foram
para os EUA.
O segundo mandato de Donald Trump começou em 2025 e este logo
ameaçou Cuba, até de intervenção militar. Agora ameaça com o boicote do
fornecimento de petróleo e declarou que “A Ilha não vai sobreviver”. Ao
intervir, militarmente, na Venezuela, retirando o presidente Nikolas Maduro e
esposa do palácio e os levando para serem julgados em Nova York, acusando-os de
serem narcotraficantes, os EUA sequestraram navios e irão negociar o petróleo
venezuelano pelo mundo, além de fazer as petrolíferas americanas voltarem para
reativar a indústria petrolífera de lá. Na verdade, com o petróleo venezuelano,
Trump começou a fazer sanções aos parceiros comerciais. Agora mesmo a Índia, a
quinta economia global, declarou que irá comprar petróleo através dos EUA.
O presidente de Cuba, Miguel Dias Canel, acusou os EUA de
estarem estrangulando o seu país, chamando Trump de “facista, criminoso e
genocida”.
Por seu turno, os EUA estão ameaçando invadir, militarmente,
o Irã, se este não fizer com eles o acordo de armas nucleares e outras
concessões. Ao Iraque ameaça cortar a ajuda se o novo governo a ser eleito for hostil
aos EUA.
Com respeito à pretensa anexação territorial da Groelândia
continuou ameaçando e discutindo com os países membros da OTAN, onde os EUA foi
o criador e é o líder.
Aos demais países do globo declarou que comprem petróleo
advindo da Venezuela, através do seu protecionismo. É um governo cada vez mais
agressivo.
Quanto ao Brasil não progrediram nas sanções e se desconfia
de que isso se deve a acordos velados de futura entrega de terras raras, das
quais o Brasil tem a segunda reserva mundial, somente atrás da China.
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