PASSO Á FRENTE NA GUERRA

 

19-03-2026


Muitos estão errados sobre a guerra no Oriente Médio, pensando que ela vai acabar e ela só faz piorar. Os conflitos naquela região começam e não tem hora de acabar. Desta vez, o Estado de Israel foi quem provocou a intervenção conjunta com os EUA e não divulga nada de suas perdas, somente de suas vitórias, visto estar fortemente armado. Mas, claro que tem muitas perdas e medo. Os EUA têm destruído muito do Irã, mas este permanece de pé. O Irã é bem claro que se destruírem sua produção de petróleo, eles poderão “incendiar” muito do que existe de bases militares dos EUA nos inúmeros países da região em referência, declarando que já destruiu parcialmente um dos seus porta aviões e avariou outro. Os EUA dizem que estão “acabando” com o Irã e de que o fim da guerra está próximo. Ocorre que a guerra tem sido aérea e marítima. Mas, não geral. O grande problema é se tornar-se também terrestre. Então, aí que será duradoura.  Desde o dia 28 passado a guerra também é de informes.

Ontem, quarta-feira, dia 18, o Irá ameaçou intensificar os ataques às instalações de petróleo em todo o Oriente Médio, já fez muitos estragos e controla a passagem do petróleo no estreito de Ormuz, sendo inimigo, não passa e não passará, assim declara, o Irã. Os EUA pediram auxílio aos aliados da Europa, da OTAN, estes negaram e os EUA ficaram contrariados, alegando que já colocou lá centenas de bilhões de dólares.

Em outra região, nas Américas, Donald Trump declarou que iria tornar a Venezuela em mais um estado norte-americano. Em seguida, de que iriam “resolver” a questão de Cuba e de que não esqueceu a sua necessidade de anexação do território da Groelândia. É muita coisa para enfrentar de uma só vez. Porém, o pior para ele é a desaprovação que têm na economia doméstica e das suas instituições políticas. Muitos já se referem a que eles irão “perder” a guerra, como ocorreu no Vietnã. É muita coisa de uma só vez, sem contar com as oposições internacionais, veladas ou não, principalmente abertas como as da China e da Rússia. Em mais uma consequência, ontem, o preço do barril do petróleo, do tipo Brent, disparou, para fechar o dia em US$110.00.

Enfim, o governo iraniano informou, por volta das 10 h de ontem, que pode atacar refinarias e campos de gás na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes e no Catar nas próximas horas e recomendou a funcionários e residentes, próximos dos locais, que deixei as suas posições.

No Brasil, a ameaça da greve dos caminhoneiros e a elevação do processo inflacionário, em razão da brutal elevação de preços dos combustíveis fizeram o governo zerr, por algum tempo, o PIS/COFINS, além de propor também aos estados de zerar o ICMS e estes não estão propostos a aceitar. O governo, então, propôs ficar com metade do ônus dos estados. Por seu turno, a inflação recrudesceu.

A reunião de ontem do Comitê de Política Monetária do Banco Central, que tinha sinalizado, no final de janeiro, uma redução de 0,50%, na taxa básica de juros, somente realizou uma redução de 0,25% e acena com diminuição do ciclo de cortes.

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