POSIÇÕES DOS IMPASSES
27-03-2026
A guerra no Oriente Médio ganhou grandes proporções. Os agressores, EUA e Israel, tem posições de bombardearam o quanto puderem o Irã. Os EUA deram uma trégua de 5 dias, dizendo que a guerra está prestes a acabar e de que os EUA ganharam a guerra, em uma das declarações de Donald Trump. Ontem, dia 26, estendeu em mais 5 dias, até o dia 06 de abril o prazo para que não bombardeie as usinas iranianas. Israel não acredita nisto e intensifica os bombardeios. Matou o general que comanda a Guarda Revolucionária no Estreito de Ormuz. Israel, não mostra receio de um ataque em terra e se defende com um colchão marítimo e aéreo. Os EUA declararam que têm interlocutores na região, como o Paquistão para negociarem um acordo. Por seu turno, o Irã diz não querer acordo. Enquanto os EUA têm uma pauta de 15 exigências para o cessar fogo, sendo a principal aquela de que Iá não deve desenvolver-se armas nucleares. O Irã tem cinco exigências, sendo as três maiores que cessem os assassinatos de seus líderes e de que façam a reparações dos prejuízos enormes que está tendo com a guerra e que saiam da região, esta, algo impossível. O fato é de que esta guerra está sendo vista como longa. A consequência é de redução do nível de crescimento dos países globais e prejuízos flagrantes em escala mundial. Os cenários são de conflitos bélicos, com atores ativos e velados, enquanto a outra guerra, entre Rússia e Ucrânia já tem mais de 4 anos, também, sem prazo para se findar. Os teatros dos conflitos estão ficando cada vez mais nebulosos e tensos.
Em face ao exposto, por aqui, o Banco Central faz cenário
mais pessimista do que a previsão do mercado financeiro, que estima um PIB de
1,8% em 2026, enquanto o BC, em seu Relatório de Política Monetária,
trimestral, prevê um PIB, crescendo menos, em 1,6%, neste ano, além de que acredita
o BC que a inflação começou a crescer neste primeiro trimestre do ano, devido à
incerteza elevada das guerras em curso, principalmente, daquela do Oriente
Médio, que tem potencial explosivo. A Organização para Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE), órgão baseado na Europa, refez sua previsão do PIB do Brasil,
de incremento de 1,7% para 1,5% em 2026. Bem distante está o Ministério da
Fazenda que está prevendo que o País cresça em 2026 cerca de 2,3%. Em todos os
casos, a atividade econômica está sendo contraída, de um lado, de outro, o
governo continua gastando muito, o que gera déficit primário e mais inflação.
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