ABALO NO MERCADO FINANCEIRO
19-04-2026
O que mais abala o mercado
financeiro é a alta da inflação. Mas, também, é o que mais abala o mercado
produtivo. Ou seja, a inflação faz mal tanto para a demanda agregada como para
a oferta agregada da economia. Entretanto, nos atos em que a demanda cria a
oferta, cabe aos investidores investirem na produção ou no mercado financeiro. Se
as taxas de juros estiverem muito altas, a maioria do dinheiro iria para o
mercado financeiro e o inverso é verdadeiro. Para os dirigentes do País seriam necessárias
menores taxas de juros para a economia crescer satisfatoriamente. No entanto,
as taxas de juros não baixam devido à voracidade dos gastos públicos, que
alimentam a dívida púbica e que esta tem sido uma bola de neve. É um processo
de retroalimentação.
Desde o final de fevereiro se
iniciou uma guerra entre o Irã, Estados Unidos e Israel. Isso resultou no
terceiro choque do petróleo. Os preços saíram do patamar de setenta dólares e
ultrapassou o patamar de 100 dólares. Existe uma trégua breve em curso. De um
lado, os EUA querem que o Irã interrompa a tecnologia que leve aos artefatos atômicos.
De outro lado, o Irã não quer. Logo, uma guerra iniciada. Os preços dos barris
do petróleo subiram muito. Falou-se em duas tréguas. Os preços do barril do
petróleo recuaram até US$90.00. No entanto, amanhã, o estreito de Ormuz estará
fechado e, muito provavelmente, o preço do barril do petróleo poderá
ultrapassar os US$100.00.
Em suma, os preços das
commodities nas estratosferas, turbinam a inflação pelo mundo, decrescem as perspectivas
dos melhores estados do chamado bem estar e crescimento da atividade econômica
no globo. A infelicidade é geral e continua a ameaçar os ares mundiais. O sobe
e desce dos conflitos continuam a preocupar e desestabilizar as perspectivas e
continuarem os potenciais dos investimentos, que são os que realmente somam
para o crescimento econômico por todos desejado.
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