AMEAÇA DE CONSIDERAR TERRORISMO
20-04-2026
As autoridades do governo dos EUA
avisaram ao governo brasileiro, através do presidente do Banco Central do
Brasil, na pessoa do seu presidente, Gabriel Galípolo, que os EUA estão a ponto
de classificar os grupos de contravenção, tais como o Primeiro Comando da
Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) de organizações terroristas, tendo em
vista as movimentações financeiras que fazem nos bancos pelo globo terrestre,
em nomes de laranjas, principalmente em postos de gasolina, na indústria da
construção civil, dentre outras atividades econômicas. O desenho que faz as
autoridades de inteligência americana é de que o PCC atua em 17 países e o CV
atua em 8 países.
O governo brasileiro tem
declarado que a contravenção no País não é equivalente a atividades
terroristas. No entanto, os Estados Unidos estão indo nesta direção, à
semelhança do que fez no México, sem avisar, no seu combate militar e através
da DEA, até mesmo na Colômbia e, recentemente, a partir de janeiro, na
Venezuela, quando uma ação militar de inteligência, entraram na Venezuela,
sequestraram o presidente e esposa, levaram para serem julgados em Nova York,
com a acusação de narcotraficantes. Interessante em tudo isso é que foram para
Nova York, o centro financeiro do mundo, onde as movimentações financeiras
internacionais são percebidas e, para identificar os contraventores, os órgãos
de inteligência estão indo na máxima investigativa de “siga o dinheiro”.
Os EUA interviram militarmente na
Venezuela e tem o seu governo atual tutelado. A Venezuela tem cerca de 28
milhões de habitantes. Estão intervindo agora, militarmente, no Irã, que tem
uma população de 14 milhões. No entanto, intervir militarmente no México, seu
vizinho não é fácil, um país com mais de 130 milhões de cidadãos. No Brasil
ainda é mais difícil, que tem uma população de aproximadamente 204 milhões. A
colômbia também é difícil, que tem por volta de 52 milhões de cidadãos.
A máxima de “follow the money”
(seguir o dinheiro) ficou famosa no escândalo do complexo de Watergate,
iniciado em 1972, onde tudo começou, nas investigações sobre Richard Nixon que
renunciou em 1974, o único presidente de lá que fez isso.
No filme Wall Street, de Oliver
Stone, de 1987, o investidor e especulador, Gordon Gekko, papel do ator Michael
Douglas, acaba sendo investigado e preso, porque operava com informações
ilegais e manipulação do mercado de ações (Insider trading, informação
privilegiada).
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