“É A ECONOMIA ESTÚPIDO!”

 

05-04-2026


“É a economia, estúpido!”, frase que ficou famosa dita pelo estrategista da campanha política de Bill Clinton, em 1992, quando a economia dos EUA ia mal, no governo de George Bush, o pai, que pleiteava a reeleição. Clinton ganhou. Muitos creditam ao centro das críticas da má direção do sistema econômico por Bush.

No momento político que vive Donald Trump, de queda de mais de 60% de popularidade por parte de pesquisas dos cidadãos de lá, Trump justifica ter reiniciado uma guerra contra o Irã, pela tentativa de condução do oligopólio do petróleo e do domínio da energia nuclear. E mais, interveio na Venezuela e domina hoje a produção petrolífera de lá. Os interesses econômicos vão mais longe. Procura impor e negociar com os parceiros comerciais, desde que começou o governo, em 20-01-2025, melhorias nos termos de intercâmbio global. Quer anexar a Groelândia ao seu território. O seu objetivo de governo principal é fazer os EUA grande novamente. Aliás, maior ainda, mais rico ainda. Em governo que não chegou ao meio do mandato, já pensa em reeleição, muito improvável.

Ontem mesmo, mudou o comando militar do Pentágono, em relação a América Latina. As metas são de fortalecer o combate ao narcotráfico e, em direção específica ao Brasil, o general Francis Donovan, novo dirigente do Comando Sul dos Estados Unidos, declarou no Congresso que há uma associação entre o narcotráfico e o terrorismo, pretendendo também pressionar a região para afastar a China, que domina a produção de terras raras. Os olhos estão mais voltados ao País, visto que este possui 23% das terras raras do globo terrestre, segundo mapeamento que eles têm.

As relações diplomáticas entre os dois países têm sido muitas vezes divergentes. O presidente Lula iria se encontrar na Casa Branca com Trump, no início de março. Porém, foi adiado e passou a ser cogitado para abril. Porém, nunca houve confirmação oficial de uma nova data. Os motivos do adiamento são as tensões internacionais, principalmente, acerca do conflito no Oriente Médio, “dificuldades de agenda” e questões econômicas e diplomáticas.

    

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