MUDANÇA EXPRESSIVA NO CARTEL DA OPEP
30-04-2026
Em teoria econômica, os domínios
são s mercados, onde os sistemas de concorrência são: concorrência pura,
concorrência perfeita, concorrência monopolística, monopólio, monopsônio,
oligopólio e oligopsônio. A forma de organização mais complexa está inserida no
complexo do oligopólio, a qual é o cartel. Forma originária da Alemanha, criado
para ser mais forte do que o monopólio, este um só vendedor. O cartel reúne
alguns vendedores, os quais fazem pacto de dominar os mercados dos seus
produtos, no que tange à produção, preços e racionamento pela força ou,
abundância, para deslocar o concorrente, quando for o caso do seu interesse. O
cartel é inexpugnável. Somente abalado, quando um dos seus principais membros
rompe com seu esquema. O que é muito difícil. Aconteceu evento inusitado, de
grande impacto nesta semana. O cartel denominado de ‘Países Produtores e
Exportadores de Petróleo (OPEP)’, fundado em 1962, sofreu uma baixa expressiva
dos Emirados Árabes Unidos, que produzem três milhões de barris de petróleo por
dia, estando insatisfeito há muitos anos, tendo que obedecer ao comando da
Arábia Saudita, que produz nove milhões de barris por dia. Ao declarar que saiu
do cartel, aquele país irá se unir aos Estados Unidos da América, que é o maior
produtor de petróleo do mundo e, que, em janeiro deste ano, ficou ainda mais
forte, anexando a produção da Venezuela aos seus domínios.
Aqui, em seguida, será
transcrito, parte do texto da coluna de ontem, a seguir. “O economista Armínio
Fraga, que já foi da equipe do megainvestidor George Soros, além de presidente
do Banco Central do Brasil, que enxerga o cenário atual de vexame. Disse ele,
ao jornal Valor, que ‘É um mundo onde a ordem global acabou. Não adianta tentar
pintar um quadro mais róseo. Acabou mesmo. O que vem pela frente é difícil de
prever. Transições hegemônicas tendem a ter períodos de turbulência. De
repente, a gente acorda com a volta do Estado-Nação e com tudo aquilo que dá
medo, em que vale mais a força do que a forma institucional’”.
Enfim, ontem os preços do barril
do petróleo subiram e oscilaram até US$120.00. Segundo o Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento, a guerra já empurrou 30 milhões de pessoas para o
nível de pobreza. O Banco Mundial afirmou que o preço da energia subirá cerca
de 24%, bem como subirão muito os preços dos fertilizantes, se a guerra
continua até maio. Assim, os prenúncios são de a inflação continuar subindo, os
PIBs, do mundo e do Brasil, continuarem caindo e as taxas de juros se manterem
muito elevadas. Ontem, mesmo, o Comitê de Política Monetária reduziu a taxa
básica de juros em 0,25%, pela segunda vez neste início de ano, quando tinha
prefixado iniciar o ciclo de baixa na SELIC de 0,5%, em duas reuniões, cada, mas
teve que reduzir s expectativas e o mau humor dos mercados. Continua,
inclusive, por reiterados dias também em forte queda das bolsas de valores.
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