TERRITÓRIOS DOS EUA FORA DOS 50 ESTADOS

 

12-05-2026


Os EUA são a maior extensão territorial do mundo. Não bastasse 50 estados em espaços juntos, tendo herdade da Inglaterra, que já teve domínio em 120 países, os EUA são a maior força militar do planeta, com 800 bases bélicas espalhadas pelo globo terrestre ainda possuem regiões que desempenham papéis estratégicos, culturais e ecológicos, reforçando a influência dos EUA, em diferentes partes do mundo. Não bastasse isto, invadiram a Venezuela, querendo fazê-la o 51º Estado, propuseram a compra da Groelândia e se esforçam para trazer Cuba aos domínios.

No Caribe tem Porto Rico e Ilhas Virgens Americanas. No Pacífico, Guam, Ilhas Marianas do Norte, Samoa Americana. Atol Midway, Ilha Wake, Atol Johnston, Ilha Howland, Ilha Baker e Ilha Jarvis, Recife Kingman e Atol Palmyra.

Os EUA não se limitam ao seu território continental. Muitas áreas que estão fora deles integram a sua estrutura política, militar e administrativa. São regiões estratégicas espalhadas pelo mundo, que se incorporaram a sua órbita devido aos motivos militares, econômicos e diplomáticos. Especialmente, em zonas tropicais e oceânicas, frutos de processo de expansão acordos internacionais e geopolíticos. Funcionam como pontos de conexão entre culturas, reunindo influências locais e elementos de identidade norte-americana.

Por seu turno, desde o final dos anos de 1970 que a China tem feito seus planos quinquenais, com a rigorosa direção do Estado, na busca da eficiência econômica, traçando rotas comerciais e investindo principalmente na infraestrutura global. Não sem motivo saltou para a segunda economia mundial, tendo um PIB de US$19 trilhões em 2025, somente atrás dos EUA que tem um PIB de US$30 trilhões.

Na segunda metade dos anos de 1960, até o final dos anos de 1980, o Brasil fez planos de crescimento econômico, mas dependente dos investimentos estrangeiros e da utilização do petróleo, já que produzia muito pouco dele, advindo os choques do petróleo, violentos, de 1973 e de 1979, não podendo continuar com o planejamento estratégico e teve que redefinir suas matrizes produtivas, não rompendo com a posição de ser um país de renda média, nem pobre, nem rico, mas na armadilha da renda média, que é uma faixa de renda per capita de US$6 mil a US$16 mil. Luta para sair, mas não mais repetiu as elevadas taxas de crescimento econômico dos anos de 1970.

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