DÉCIMA QUINTA SEMANA SEGUIDA

 

24-06-2026


O Boletim Focus do Banco Central, divulgado há dois dias, revelou que a mediana das expectativas de agentes do mercado financeiro consultados, para a taxa inflacionária, subiu pela décima quinta vez, de forma paulatina, como tem sido desde o início. O citado indicador supera, em muito, o limite superior fixado de 4,5%, quando o centro da meta estimada seria de 3,0%, ambos fixados pelo Conselho Monetário Nacional, numa teimosa dos formadores de preços, perante elevações dos seus custos, pela existência de racionamento de petróleo, guerra no Oriente Médio e guerra ente Rússia e Ucrânia.

Os economistas também do mercado financeiro estimam que o PIB deste ano subiu de 1,6% para 1,8%. Já a estimativa do PIB de 2027 é de um incremento de 1,7%, bem como de 2,0%, tanto para 2028 como 2029. taxa básica de juros, a SELIC, estimada em 13,75%, subiu para 14,0%, acreditando os representantes das instituições financeiras que haverá somente mais um corte de 0,25% na SELIC, na próxima reunião de julho. Já a cotação do dólar prevista no final de 2026 caiu para R$5,20.

No mercado financeiro futuro as taxas dos Depósitos Interbancários caem devido à falta de esperança de que os juros da SELIC venham a subir no curto prazo.

Sem dúvida, a maioria dos economistas visualizam a curva da taxa inflacionária ascendente, ainda que de forma lenta, vez que os conflitos bélicos continuam e que continuam as altas de preços das commodities.

 

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