PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTOS
30-06-2026
Findando hoje o primeiro semestre
do ano, os gestores de investimentos fixam os olhos para o próximo semestre.
Inicialmente, para o centro do capitalismo, os EUA, notadamente, Nova York e
Califórnia, onde estão os grandes capitais e de onde emanam os sinais de
investimentos fixos e financeiros.
Assim, a perspectiva para a
economia norte-americana é boa, dado que a sua política protecionista tem
ajudado a florescer e renascer novos negócios da economia doméstica, ao
contrário daqueles que pensaram que aumentaria a inflação de lá. Na verdade, em
termos relativos, inicialmente diminuiu, mas somente voltou a elevar-se devido
guerra no Oriente Médio e à invasão na Venezuela. Em ambos os casos, os EUA,
além de ser o maior produtor mundial de petróleo, ampliou a sua dominação sobre
comércio, produção e preços. Por seu turno, os investimentos de novas tecnologias
nos EUA ainda estão em fase de implantação e não tiveram repercussões no
mercado de trabalho. A economia americana mais forte levará ao fortalecimento
do dólar no segundo semestre.
Na economia brasileira, muito
embora o aumento de produção e comercialização da Petrobras tenha contribuído
para incremento do PIB, em contrapartida, a esperada queda maior dos juros domésticos
não se deu na forma esperada e não se dará assim,
no segundo semestre, acreditando-se que poderá haver um fraco crescimento do
PIB. As perspectivas eleitorais têm levado a mais gastos públicos, e a se
incorrer em déficits primários. Isto amplia o processo inflacionário. Por
seu turno, os investimentos privados se mantêm acanhados.
O propósito do artigo diário é
ressaltar o que mais transparece na conjuntura econômica.
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