A EXPECTATIVA JÁ É PARA 2027

 

27-09-2026


Perante o cenário provável para 2027, no caso de ser eleito pela quarta vez o presidente Lula, dando seguimento ao que quase sempre tem o seu governo realizado, em termos de política econômica, no ambiente do término do seu terceiro mandato (2023-2026) e provável quarto mandato (2027-2030), segundo Mansueto Almeida, economista-chefe do Banco BTG/Pactual, ele que é reconhecido como especialista em contabilidade nacional, tenho afirmado que: “2027 vai ser o pior ano da economia brasileira desde a pandemia”. Ele prevê que o PIB deste ano poderá crescer até 2%, conforme a expectativa do mercado financeiro, consultado semanalmente desde o ano 2.000 pelo Banco Central (BC), mas que o PIB, por fatores limitativos subjacentes, não poderá crescer mais de 1%, em 2027, quando os auscultados pelo BC acreditam em PIB indo 1,5%.

Refere-se a que a projeção de mercado para a taxa básica de juros de encerrar ano em 13,75% e que continuará alta, por volta de 12,50%, até o final de 2027, encarecendo a produção, elevando o endividamento em geral, das famílias, das empresas e do governo, havendo desaceleração econômica, além de incertezas fiscais, visto que o mercado financeiro não acredita que, com Lula ou com Flávio Bolsonaro, dificilmente será resolvido o déficit primário e muito menos o déficit nominal, o qual se aproxima de 10% do PIB, segundo analistas econômicos. Se não for feito um ajuste fiscal, para reverter o cenário econômico, crescerá a inadimplência e as dificuldades serão cada vez maiores.

Como analista financeiro, nas perspectivas atuais mais prováveis, ele declarou que não vê espaço para reverter a situação atual. Em resumo, o citado economista declarou que o próximo presidente deveria fazer um plano econômico que possa se viabilizar, para que o País retome ao crescimento sustentável.

 

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