A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
27-07-2026
Na evolução humana as etapas de
progresso histórico estão sempre recheadas de prós e contras. Entretanto, os
prós são maiores. Agora, referem-se à Inteligência Artificial (IA). Os mais
críticos, tais como as plataformas da revista Fórum, dizem hoje que a IA vem
sendo usada pelo imperialismo americano ao seu bel-prazer. Na verdade, está
dizendo que a IA é a nova moeda de troca do imperialismo. Ora, o que está
fazendo também o império da China? Império mais antigo, que estava adormecido e
hoje volta a ocupar o lugar das suas antigas rotas e mais. É a segunda economia
do mundo e a segunda maior população do globo. A Índia, como primeira
população, já e a quarta do mundo em PIB e vai para as cabaceiras.
Segundo a citada revista a IA irá
vencer nos processos civilizatórios e crescer nos difíceis trabalhos humanos,
na velocidade das pesquisas, rapidez na resolução de problemas, bem como em
projetos cada vez mais distantes da capacidade humana. Será? Mesmo que a IA
tenha mais rapidez e tranquilidade, jamais será substituta do grande
conhecimento humano. A grande da vida é se ela poderá operar com NUMEROS
IMAGINÁRIOS (menos raiz de dois, por exemplo), que o cérebro humano é capaz. Será que já chegou lá? Com professor Carlos
Gentil se aprendeu sobre tal. A História não se repete, já dizia Karl Marx, O dito
dele era a história se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como
farsa. Isto está no 18 Brumário de Luiz Bonaparte. A passagem completa é assim:
“Hegel observa em uma das suas obras que todos os grandes fatos e personagens
da história universal aparecem, por assim dizer, duas vezes. Esqueceu-se de acrescentar:
a primeira como tragédia, a segunda como farsa”.
Aliás, lembrar aqui do que disse
Antônio Delfim Netto, que dispensa apresentações como economista que foi e é,
de que leu o livro dele “O Capital” e sintetizou em uma resma de papel, tamanha
matemática que observou. Viva bem com isso.
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