RELATÓRIO DO BANCO MUNDIAL
08-10-2026
Criado em 1944, antes mesmo do
fim da segunda guerra mundial, quando os americanos já sabiam que ganhariam a
guerra e não “necessitavam” jogar duas bombas atômicas no Japão, o Banco
Mundial tinha o fito de reconstrução e progresso das nações, surgindo com o
nome de Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). Ou,
simplesmente, Banco Mundial. Depois da reconstrução dos países saídos da guerra
tem permanecido, apoiando a infraestrutura em todo o globo. Na verdade,
trata-se de um banco que acolhe e analisa projetos de desenvolvimento, mediante
criteriosa análise.
Em seu mais recente relatório,
para a América Latina e Região do Caribe, está antevendo que as Regiões em
tela, podem crescer mais do que a média mundial, desde que os países façam
planos estruturantes, políticas macroeconômicas consistentes e fortaleçam as
instituições, apesar de ainda conviver com juros altos, inflação importada,
pelas elevações dos preços das commodities, notadamente, petróleo e
fertilizantes, além de incertezas globais. Mas, as expectativas do Banco
Mundial são de que se cheguem ao fim das duas guerras em curso.
Destaque do relatório de agora de
outubro são as situações de países como El Salvador e Paraguai, mediante
segurança jurídica, segurança pessoal e consolidação fiscal. No geral, a
consolidação dos fundamentos econômicos tem sido fatores de estimação de
melhorias para as áreas em referência. No entanto, não é crível que por aqui se
cresça acima da média mundial, visto que esta vem sendo há muito tempo puxada
pelo grande crescimento dos países emergentes, tais como China e Índia, cuja
média global tem sido superior a 3% anuais. No Brasil, a estimação média
mundial está aquém, por volta de 2% neste ano e abaixo disso no ano que vem.
Portanto, o novo governo terá que fazer o dever de casa, à semelhança do
Paraguai e de El Salvador.
Em contradição com o relatório, O
Banco Mundial, para o Brasil em 2026, ele elevou a projeção do PIB brasileiro
de 1,9% para 2,1%. Já, para 2027, reduziu a taxa de crescimento do PIB de 2,0%
para 1,7%. Para 2028, ampliou de 2,2% para 2,3%. Ora, a taxa média de
crescimento mundial é de 3%.
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